Em uma entrevista recente ao The Telegraph, Kirk Hammett, guitarrista do Metallica há mais de quatro décadas, falou sobre sua relação com a banda. Apesar de sua reputação de mediador, Hammett revelou ter um temperamento forte e admitiu conflitos ocasionais com James Hetfield e Lars Ulrich. No entanto, ele considera essas tensões como parte inevitável de estar em uma banda por tanto tempo.

Hammett refletiu sobre os primeiros dias da banda, descrevendo-os como uma “gangue de jovens” em busca de um lugar para pertencer. Ele atribuiu a intensidade e agressividade da banda às suas criações compartilhadas, vindas de lares desfeitos. Hammett destacou que o Metallica se tornou um refúgio e a única constante em suas vidas.

Compromisso com o Metallica

Apesar dos conflitos e desafios, Hammett reafirmou seu compromisso com o Metallica, afirmando que deixar a banda nunca foi uma opção. Ele reconhece que sua identidade está intrinsecamente ligada ao Metallica e que seria impossível separar sua carreira da banda.

“Deixar o Metallica não é uma opção”, ele declarou. “Se eu algum dia deixasse o Metallica, todos no mundo me lembrariam que eu costumava estar no Metallica.”

Antes de se juntar ao Metallica em 1983, Hammett foi membro fundador do Exodus, onde desempenhou um papel crucial na formação da banda. Sua transição para o Metallica marcou o início de uma jornada que o levaria a se tornar um dos guitarristas mais influentes do heavy metal.

 

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