Após duas décadas ditando o ritmo do rock e do metal na Espanha, o Resurrection Fest 2025 abriu as cortinas em Viveiro (Lugo) com uma edição especial que não só comemorou sua história, mas também elevou o nível em termos de programação, infraestrutura e público.
From Fall To Spring abriu os palcos, abrindo vigorosamente uma apresentação sólida, apesar de alguns problemas iniciais de som. Depois deles, a ação se espalhou por todo o local com bandas como Democracy, Letlive, Signs Of The Swarm e Novelist — cada uma trazendo sua própria vibe única — como uma prévia dos shows mais aguardados: Lost Society e Jinjer. O primeiro deu tudo de si, com um som groove que ressoou e incendiou o público.

             

          Lost Society                                                   Jinger

Mas foi Jinjer quem virou tudo de cabeça para baixo. Sua vocalista, Tatiana Shmayluk, exibiu poder vocal e de palco, agindo como uma força da natureza capaz de destruir tudo em seu caminho, deixando uma presença de palco impecável.

Skynd e Terminal Sleep cumpriram com folga seu papel como bandas de abertura repletas de estrelas, antes que chegasse a vez de lendas como Judas Priest. Liderada por Rob Halford, a banda britânica entregou uma performance ao vivo completa, repleta de experiência e atitude.

     

          Judas Priest

Não foi apenas uma sucessão de clássicos; foi a batida retumbante de uma banda que continua a definir o padrão a cada nota. Ainda havia surpresas por vir, como o metal sinfônico de Tarja e a presença de uma banda cult como o Pentagram — cujo vocalista, Bobby Liebling, foi visto passeando pelo local, para surpresa e deleite de seus fãs mais leais. Kanonenfieber, por sua vez, fechou o dia com chave de ouro.

Público Resurrection 2025

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