– Muito obrigado pelo tempo cedido para a equipe da Cultura em Peso. Você pode nos contar como se deu o início do seu projeto PROFESSOR DOIDÃO E OS ALOPRADOS?

Tudo começou nas faculdades de psicologia no início dos anos 2000. No começo era entre colegas e depois ampliando pra outras galáxias, a partir de 2013.

– Gostaria de saber como vocês se definem. Eu particularmente achei o trabalho de vocês voltado para o Rock Clássico com elementos da herança deixada por Raul Seixas. Você concorda comigo?

Nos definimos como uma banda diversa (hippie rock) dentro do universo do rock’n roll. Bebemos de várias fontes, sendo a principal, o legado de Raul Seixas.

– “Sujeito na Contramão” é o seu novo lançamento. Como se deu o processo de registro deste material?

O álbum Sujeito na contramão foi concebido de forma bem leve e divertida. O resultado é um material fonográfico que representa bem o que fazemos enquanto arte que alimenta e faz pensar. O registro encaramos como a cereja do bolo.

– Gostamos muito da qualidade sonora alcançada por você. Suponho que o trabalho em estúdio tenha sido muito tranquilo. O que você pode nos falar sobre esta etapa, até chegarmos no lançamento propriamente dito?

Gravamos esse álbum com Rafael Amorim, conhecido como Minduym, no Escritúdio. O trabalho foi muito bem conduzido com bastante liberdade para a criação. Sempre surgiam novos elementos que eram aproveitados e incorporados na gravação.

– Professor, eu adorei as linhas mais harmônicas compostas por você. Como funciona o seu processo de composição, neste sentido?

As linhas harmônicas passam principalmente pela criatividade e crivo do nosso maestro e guitarrista Lucas Kelsch e do Professor Doidão. Depois Juju e Cícero colaboram opinando e dando o formato final!

– A arte da capa é bem diferente, fugindo do padrão que estamos acostumados. Qual a mensagem que você quis transmitir com ela?

Que somos Sujeitos na contramão. (risos)

– Imagino que você já deva estar trabalhando em novas músicas. Poderia nos adiantar como elas estão soando?

Acabamos de enviar um novo single “Eletrocutaram meu gato”, que foi gravado no WR Estúdio, para as plataformas digitais. Em breve estará à disposição!

– Você já está pronto para excursionar por outras regiões do país? Falo isso, pois depois de escutar o seu material, fiquei curioso para vê-lo ao vivo.

Já fizemos apresentações fora da Bahia, e estamos mais do que prontos para novas excursões intergalacticas. Uhuuuuuuuuu

– Como você analisa o mercado fonográfico atualmente? Você acredita que o nicho que você faz parte, permite espaço para novos nomes promissores, como é o caso aqui?

O mercado fonográfico precisa ampliar seu olhar para novas possibilidades, pois continuamos acreditando que o céu é imenso e cabem todas as estrelas!

– Mais uma vez obrigado pelo tempo cedido ao site Cultura em Peso. Agora o espaço é seu para as considerações finais

Estaremos sempre às ordens!

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