– Muito obrigado pelo tempo cedido para a equipe da Cultura em Peso. Você pode nos contar como se deu o início do seu projeto TERRORCIDIO?
Primeiramente, o nosso muito obrigado pela oportunidade.
A TERRORCIDIO em 2008 na cidade Ocidental – GO, onde o nosso guitarra Wesley, tinha um estúdio de ensaio, eu com minha outra banda ensaiávamos no estúdio dele, um dia, havíamos marcado um ensaio e somente eu compareci, e ai como o Wesley já tocava guitarra em outra banda, começamos a fazer um som ali para passar o tempo, porém, um brother nosso que estava ali no estúdio vendo a gente improvisando, perguntou, porque vocês não montam uma banda? Achamos a ideai interessante, visto que, ambos éramos apreciadores do Death e Trash Metal. A parti desse dia, marcamos um novo encontro para podermos bolarmos o projeto, daí em diante começamos a criarmos os primeiros sons.
Em resumo, o projeto surgiu através de uma ideia de um brother nosso chamado Wilton.
– Gostaria de saber como você se define. Eu particularmente achei o trabalho de vocês voltado para o Death Metal com pitadas de Thrash Metal. Você concorda comigo?
Sim, gostamos de variar entre o Death/Trash e o Grind.
– “Favela” é o seu novo registro. Como se deu o processo de registro deste material?
Bom, o álbum favela foi o nosso segundo EP, e foi a trabalho mais rápido que produzimos, entre as composições, pré-produção e gravação, foram cerca de 4 meses.
Gravamos no renomado estúdio Orbis em Brasília.
– Gostamos muito da qualidade sonora alcançada por vocês. Suponho que o trabalho em estúdio tenha sido muito tranquilo. O que você pode nos falar sobre esta etapa, até chegarmos no lançamento propriamente dito?
O Marcos Paulo, proprietário do Orbis estúdio e também foi o responsável pela mixagem e masterização do álbum, deu uma atenção muito foda para a produção dessa álbum, ficamos muito contentes pelo resultado.
– Paulo, eu adorei as linhas mais melodiosas compostas por vocês. Como funciona o seu processo de composição, neste sentido?
Então, geralmente eu escrevo as letras, e nos ensaios, criamos juntos as melodias.
O nosso processo de criação é bem simples, chegamos nos ensaios e vamos definindo e esculpindo as músicas.
– A arte da capa é bem diferente, fugindo do padrão que estamos acostumados. Qual a mensagem que você quis transmitir com ela?
Bom, a capa foi desenhada pelo amigo e grande artista de rua Oberon, e faz referência a faixa título Favela, que traz o cenário que retratar o que ocorre nas favelas.
– Imagino que você já deva estar trabalhando em novas músicas. Poderia nos adiantar como elas estão soando?
Com estamos realizando ainda a tour de divulgação do algum favela, ainda não começamos a dedicação do próximo álbum, mas, já temos a ideia e alguns elementos que já estão em observação para o próximo álbum.
– Vocês já estão prontos para excursionar por outras regiões do país? Falo isso, pois depois de escutar o seu material, fiquei curioso para vê-los ao vivo.
Sim, inclusivo ainda estamos com a agenda da FavelaTour até o inicio de 2026, iniciamos a FavelaTour em Rio Branco no Acre, em dezembro de 2024, desde então, estamos com algumas agendas para São Paulo, Minas, DF e GO.
– Como você analisa o mercado fonográfico atualmente? Você acredita que o nicho que você faz parte, permite espaço para novos nomes promissores, como é o caso aqui?
Bom, hoje conseguimos tem muito mais alcance, graças as redes sociais, e sim, acredito que tem espaços para todos, tem várias bandas foda surgindo diariamente nesse seguimento, porém, cada um com a sua essência.
– Mais uma vez obrigado pelo tempo cedido ao site Cultura em Peso. Agora o espaço é seu para as considerações finais
Mais uma vez, gostaria de agradecer em nome de todos os meu companheiro de batalha, a oportunidade, e agradecer também à toda galera que nos acompanha e acreditam no nosso trabalho e também agradecer à todos os produtores que estão dando espaços para as banda underground mostrarem o seu trabalho.


