Com o regresso do Helloween a Portugal marcado para o dia 13 de novembro de 2025, no emblemático Sagres Campo Pequeno, celebramos a carreira de uma das bandas mais icónicas do heavy metal europeu. Nesta série de artigos, temos percorrido a discografia dos mestres do power metal. Com a assinatura da PRIME ARTISTS

 

Depois da intensidade e obscuridade de The Dark Ride, os Helloween voltaram em 2003 com Rabbit Don’t Come Easy, um álbum que assinala uma tentativa de renovação e regresso à leveza característica dos primeiros tempos da era Deris. O disco marcou também a estreia de Mikkey Dee (Scorpions, Motörhead) nas gravações da bateria, substituindo temporariamente Mark Cross, que havia deixado a banda devido a problemas de saúde.

 

Com este álbum, a banda procurou recuperar a frescura e espontaneidade que se tinham diluído nas tensões anteriores. Rabbit Don’t Come Easy é mais acessível, com temas mais diretos e um tom globalmente mais descontraído, embora sem abdicar da qualidade técnica e das melodias épicas.

 

Temas como “Just a Little Sign”, “Open Your Life” e “Sun 4 the World” trazem refrões contagiantes e riffs bem construídos. “The Tune” e “Don’t Stop Being Crazy” oferecem momentos mais melódicos e introspectivos. Já “Liar” e “Hell Was Made in Heaven” puxam por um lado mais acelerado e energético.

 

 

Apesar de não atingir o impacto de álbuns anteriores, Rabbit Don’t Come Easy foi bem acolhido por grande parte dos fãs, sobretudo por representar um novo começo e uma lufada de ar fresco após uma fase conturbada.

No próximo artigo, analisamos Keeper of the Seven Keys – The Legacy, um ambicioso regresso ao universo conceptual que tornou os Helloween lendários — fica atento!

 

 

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Locais de Venda: Ticketline e MEO Blueticket.
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