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OLD GRAVE FEST – BUCHAREST
Destroyer 666, Autopsy, Portrait e Onslaught - Umas das bandas que taca no OLD GRAVE FESTIVAL






O Onslaught é um daqueles nomes que você respeita só de ouvir. Os caras são do Reino Unido e começaram com uma pegada bem punk/crust no começo dos anos 80, mas logo abraçaram o thrash com tudo. E cara, que sonzeira. The Force (1986) é simplesmente um clássico, cheio de riffs certeiros e letras que não têm medo de cutucar política, religião e tudo que incomoda. Eles deram uma pausa nos anos 90, mas voltaram com força total, e o som só ficou mais pesado. É thrash da velha guarda, com sangue nos olhos e relevância até hoje.
Se tem uma banda que representa bem a mistura de agressividade, atitude e amor ao metal extremo, é a Destroyer 666. Os caras começaram na Austrália, mas depois se estabeleceram na Europa, sempre mantendo aquele espírito guerreiro e selvagem. Liderados pelo K.K. Warslut (sim, o nome já diz tudo), eles fundem thrash, black metal e aquele espírito rebelde do heavy oitentista num som direto, afiado e com personalidade. Phoenix Rising e Wildfire são dois álbuns que mostram bem do que eles são capazes. É música pra quem gosta de metal sem filtros, cru, violento e verdadeiro.
O Portrait é uma grata surpresa pra quem curte aquele heavy metal mais obscuro e teatral, na linha Mercyful Fate, mas com uma pegada mais atual. Os caras são da Suécia e conseguem equilibrar muito bem o clima místico dos anos 80 com um som pesado, intenso e cheio de energia. Os vocais são agudos e dramáticos, os riffs são afiados, e as letras mergulham no ocultismo e na escuridão – mas tudo feito com muito bom gosto e identidade. O álbum Crossroads é um baita exemplo disso. Não é só nostalgia: é um tributo ao metal tradicional feito com alma.