Na sexta-feira, dia 4 de julho, a IN THE OTHER SIDE TUOR iniciou e o Stage Garden foi palco do primeiro show da turnê, recebendo a Allen Key, Paradise In flames e a Crypta.
Por conta da passagem de som, o show atrasou cerca de 1h, porém a espera valeu a pena.

Com Allen Key abrindo a noite, não faltou presença de palco e energia que se espalhou para o público, durante o show da banda. No ápice da apresentação, a Karina (vocalista) conversava com a plateia e interagia o tempo todo, com o público agitado, ela fez um pedido… e uma roda de mosh se formou no meio da plateia.

Em certo momento, na penúltima música, a Karina sofreu uma queda no palco, ela pisou em falso num momento de empolgação, porem levantou e continuou a apresentação sem perder a energia. Finalizando o show agradecendo a todos por estarem ali.

Logo em seguida, tivemos a espetacular Paradise In Flames, entregando uma performance misteriosa e dramática. A vocalista iniciou apresentação com um manto preto no rosto, aumentando a expectativa do público. As músicas eram intensas, a junção de gutural com vocal de ópera, baixo e bateria extremamente pesados, com a dramaticidade do teclado, uma mescla única e interessante.

A vocalista iniciou apresentação com um manto preto no rosto, aumentando a expectativa do público. As músicas eram intensas, a junção de gutural com vocal de ópera, baixo e bateria extremamente pesados, com a dramaticidade do teclado, uma mescla única e interessante.

A tão aguardada Crypta chagou com toda a fúria do death metal no palco, começando com a implacável The Oder Side Of Anger, fazendo com que todos pulassem e batessem os cabelos (quem tinha).

Fernanda Lira, como sempre, entregando uma performance única, cheia de presença de palco, com os cabelos esvoaçantes, suas caretas icônicas que nunca passam despercebidas e uma voz potente.

Em uma pausa entre as músicas, ela disse como era bom estar novamente em turnê pelo Brasil e não tinha nada melhor do que tocar em casa, se emocionando ao ver o carinho dos fãs pela banda.

A Tainá (guitarrista) também fez do palco seu espaço, uma guitarrista excepcional, também provocava o público e interagia a todo momento.
Finalmente vimos a mais nova integrante da banda, Helena Nagagata em ação, com uma técnica impecável.

A interação de toda a banda com a plateia era constante em todas as músicas, e entre elas, também não faltava sincronia.
E atendendo ao pedido dos fãs, elas incluíram vários sucessos do primeiro álbum, o Echoes Of The Soul, como Possessed, Starvation e From The Ashes. Fazendo assim a plateia cantar alto e abrindo mais uma roda, para a felicidade de muitos.
A noite terminou com The Cloruse, todos ainda enérgicos pelo momento que havia acabado de terminar, começaram a gritar o nome de cada uma das integrantes da Crypta, numa tentativa de não fazer a noite acabar logo.

O carinho do público pela banda era muito visível e após o show a Fernanda retornou para conversar e tirar fotos com os fãs que esperavam ter a oportunidade de interagir com a banda e todos foram recebidos com muito carinho por ela.
Um show impactante, marcado por bandas únicas e com a representatividade com vocais femininos que precisamos, que é difícil ainda hoje no meio underground, foi uma noite memorável.
O show em Curitiba, foi o início de uma série de apresentações épicas que acontecerão por todo o Brasil, não perca


