Gritos cheios de raiva, acordes suaves e muita distorção.
Na quinta-feira, 26 de fevereiro, aconteceu a pré-festa do Doom City Fest, na “Capela dos Mortos”, na antiga fábrica de farinha da Cidade do México. O espaço ficou lotado e os participantes tiveram uma boa introdução ao que seria o festival.
O evento começou com La luz del mundo, sua primeira música começou com acordes longos e lentos, depois acrescentando grunhidos pausados com eco, logo a música acelerou, iniciando um vai e vem de agressividade e relaxamento, quebrando o gelo entre o público que continuava chegando.

Foi a vez do Drowned at Dusk e acho que o público levou alguns minutos para se familiarizar com o som dessa banda, eu me familiarizei e me perdi. Era difícil distinguir se tinha sido uma peça com diferentes atos ou diferentes sob o mesmo conceito, de qualquer forma, o público também foi dominado pelo som envolvente e, no final do set, o local estava cheio e animado.

O Doom City demonstrar e deixa claro a existência de bandas de extrema qualidade no norte do país. King in Yellow veio de Tamaulipas, com um som muito sólido. Arranjos ácidos, voz com influência de Ozzy que tornavam o show ao vivo muito agradável.

A última banda, Deplorable, foi uma surpresa que eu não esperava. Um som muito familiar, ácido, forte, potente, embora houvesse algo na banda que eu não consegui entender completamente. Foi um excelente encerramento para esta pré-festa e um ótimo aquecimento para o festival.

Ao terminar, o público estava satisfeito, alguns eufóricos. Entre eles, encontrámos membros das bandas Satanico Pandemonium, Vinnum Sabbathi e Oculto.
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