Com ingressos esgotados, o Helloween levou os fãs ao extase na noite de sábado, 19 de novembro de 2026 no Suhai Music Hall em São Paulo.
Comemorando 40 anos de carreira com sua turnê, o Helloween entregou uma coleção de clássicos e uma formação afiadíssima no palco.

A entrada com um grande telão que mostrava a discografia da banda emendeou com a espetacular “March of Time”, uma produção de palco sensacional, palco elevado da bateria e para os membros, o público cobrou, vibrou, vibrou…
“The King for a 1000 Years” foi a segunda, e já deu para perceber que todas as músicas seriam cantadas em uníssono pelos fãs.
E sim, veio um clássico atrás do outro.
Uma conversa entre Michael Kiske e Andy Deris com os fãs anunciando o último show turnê aqui em São Paulo, e mencionando a casa com os ingressos “sold out”, e então Kiske para “Future World”, apresentou Kai Hansen que fez uma intro longa de guitarra, chamando os fãs para cantar o refrão.
“Tokio” do último e excelente álbum “Giants and Monsters” tem uma vibe excelente ao vivo tanto quanto no estúdio.
A rapidez de “We Burn” seguiu incendiando o Suhai Music Hall, mas foi em “Twilight of The Gods” que fez esse humilde redator chorar. Meus amigos, que vibe e interpretação, e fã de Kiske que sou, então, não dá para deixar de comentar o quanto esse som impactou na noite.

“Ride The Sky” foi para acabar de vez com a galera, Riff de guitarra legendário na intro, cortante e rápido, a voz aguda na estratosfera e dobras de solo de guitarra fazem esse som ser um dos hinos absolutos do Power Metal.
A bela “Into The Sun”, deu uma acalmada, mas a emoção que ela traz, com um refrão sensacional , fica impossível não cantar junto, mesmo para quem nunca ouviu.
“I’m Alive”, também é daquelas que traz a sensação de extase e emoção. A música foi tocada ao vivo pela primeira vez na 40 Years Anniversary Tour justamente nesse show na capital paulista, que marcou o encerramento da agenda de shows da banda em 2026. Para incluir “I’m Alive” no setlist, o grupo acabou deixando de fora faixas como “Hell Was Made in Heaven” e o trecho acústico de “In the Middle of a Heartbeat” que vinham sendo tocadas anteriormente.
“Hey Lord” do excelente Better than Raw, o álbum meu preferido da fase Andy Deris. Em vários momentos o uso de serpentinas e confetes jogados em direção ao público ajudou a ditar o tom descontraído e alegre.
“Universe” e o lindo palco com a temática da música pelos telões de led deu uma explosão de cores junto com a música. Essa explosão de cores dividiu espaço com a presença e execução impecáveis de todos da banda.
O Solo de bateria de Daniel Löble trouxe musicalidade, técnica absurda e interação com os fãs, e diga-se de passagem, que bateria visulmente linda com 4 bumbos!

e veio “I Want Out” para vir abaixo o Suhai Music Hall, novamente.
Uma acalmada com um sessão acústica com Kiske e Andy. Kiske cantou Elvis Presley, “Suspicious Mind” citando Andy Deris e The Beatles, “Yesterday” deixando o publico terminar de cantar, que correspondeu à altura. Emendaram um trecho acústico de “A Tale That Wasn’ t Right” e entrando a banda no refrão, Kiske chamou a galera, que cantou em uníssono, coisa linda, linda.
“A Little Is a Little Too Much”, mais um som do Giants and Monsters, e que soa ótimo ao vivo. Após isso a banda sai do palco, intro de “batera”, Kai entra, conversa com a galera, menciona a caipirinha, e chama heavy metal is the law, refrão sensacional, cantado por todos, é redundante dizer , certo,? Pois é, foi. E da lhe mais solos e duetos de guitarra, dobras, é claro não falta!
O Keeper funcionou como um narrador e guia da celebração dos 40 anos de carreira do grupo. Ele conversava com o público e introduzia as fases da apresentação. Em vez de aparecer fisicamente no palco, o personagem mascarado e sem rosto foi projetado em animações de alta definição nos telões principais e a participação mais marcante aconteceu logo antes da execução do clássico “Halloween”, onde a criatura encapuzada narrou parte da própria história, levando os fãs à loucura e finalizar o set.

No Bis, “Eagle Fly Free” , Kiske deixa a galera cantando não só o refrão, mas também partes do canto. e quando achávamos que a galera havia cansado ou não haveria mais clássicos, veio “Power”, também cantada em uníssono e com balões grandes com a escrita de 40 anos. Antes encerrar , a banda comemorou o aniversário de Jan Bayati, o empresário(manager) da banda com bolo, velas e Kai Hansen com a caipirinha. “Dr. Stein”, seguiu toda a vibração e para encerrar de vez, o refrão de “Keeper of the Seven Keys”, finalizando o show por completo.
O Helloween é a prova de que o Heavy Metal é atemporal, seus clássicos ultrapassaram gerações, 4 décadas de muito metal e história.
- Michael Kiske – Vocal
- Andi Deris – Vocal
- Kai Hansen – Guitarra e Vocal
- Michael Weikath – Guitarra
- Sascha Gerstner – Guitarra
- Markus Grosskopf – Baixo
- Dani Löble – Bateria
Setlist
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March of Time
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The King for a 1000 Years
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Future World
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This Is Tokyo
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We Burn
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Twilight of the Gods
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Ride the Sky
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Into the Sun
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I’m Alive
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Hey Lord!
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Universe (Gravity for Hearts)
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Drum Solo
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I Want Out
- Duo acústico Kiske/Deris – Elvis Presley – Suspicious Mind/ The Beatles – Yesterday
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A Tale That Wasn’t Right – canto/acústico – refrão/banda
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A Little Is a Little Too Much
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Heavy Metal (Is the Law)
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HalloweenEncore:
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Invitation
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Eagle Fly Free
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Power
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Dr. Stein
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Keeper of the Seven Keys (refrão)

