As The Palaces Burn, tem seu próximo lançamento, com data marcada para a próxima Sexta-Feira, dia 21/11/2025, será em todas as plataformas digitais. O trabalho, auto intitulado “Zodiac”, terá 8 faixas.
Alyson Garcia (vocalista) releva detalhes sobre o novo trabalho da banda, com a maturidade de hoje, depois de álbuns, singles e EP lancados nesses sete anos de trabalho árduo.
O álbum contará com as seguintes faixas ( colocar dois pontos ) Zodiac, I and I (one life, one matter), Defying the power, United obsoletion, Never forgive, never Forget, Higher, In your grave.
O trabalho em três diferentes estúdios (Estúdio IMGN, Estúdio Pimpas, Elephant Office) influenciou a sonoridade final desse novo lançamento “Zodiac”?
Alyson: A gravação em três estúdios diferentes não trouxe qualquer prejuízo ao processo, pois o produtor Adair Daufembach utilizou a mesma plataforma e metodologia de trabalho em todas as etapas. Ele já está acostumado a atuar em diferentes estúdios, tanto no Brasil quanto no exterior. Naturalmente, o trabalho realizado no Elefante Office, que possui uma infraestrutura acima da média e é considerado um dos melhores estúdios do país, apenas agregou ainda mais qualidade ao material, especialmente porque o álbum foi finalizado lá.
A logística no transporte de Governador Celso Ramos e Criciúma (ambos em Santa Catarina) são de 219km. Houve mais dificuldade em finalizar o álbum com parte de maneira remota?
Alyson: Em relação ao deslocamento, tudo já estava programado. O estúdio conta com um hotel e uma infraestrutura completa, onde não é preciso sair para nada, seja para refeições ou qualquer outra necessidade. Foram seis dias de total imersão, aproveitando ao máximo a excelente estrutura do local.
Há faixa desse novo disco que vocês consideram o ponto de virada que representa essa nova etapa de sonoridade da banda?
Alyson: Sim, para mim a faixa Defying the power é uma bela amostra da maturidade sonora do grupo.
O Adair Daufembach realizou trabalhos com Megadeth, Angra e Kiko Loureiro. A produção assinada por Adair consolidou o fortalecimento e direcionamento do novo álbum?
Alyson: Com certeza. O álbum Drowning Into Shadows já representou uma grande evolução, com o trabalho e a produção de Adair. E o álbum Zodiac veio para consolidar esse amadurecimento musical sob a sua produção. Esse processo nos levou a um novo patamar.
A fase inicial das gravações no estúdio do Gilson (Estúdio IMGN) e seguindo com a mudança para o Pimpas e o Elephant Office, conquistaram a sonoridade que a ATPB esteve buscando nesse processo criativo?
Alyson: Adair conhece todos os músicos há muito tempo e entende as particularidades de cada um, sabendo exatamente o que cada integrante pode oferecer em estúdio. Particularmente falando da bateria, somando a experiência do Gilson Naspolini e a direção musical realizada tínhamos clareza sobre o som de bateria que iríamos alcançar para o álbum.
A sonoridade da banda foi definida com o single “For The Weak” (2021). Há mudanças nos elementos desse single para a maturidade do “Zodiac” (2025)?
Alyson: É uma evolução do single For the Weak. O som está mais moderno e maduro, com músicas mais diretas e refrões ainda mais fortes neste novo álbum. Esse era um ponto em que acreditávamos valer a pena investir mais. Um amadurecimento geral, sem dúvida.
Quais etapas foram realizadas em cada trabalho depois da indicação de “melhores do ano” pela Roadie Crew em 2020 até o amadurecimento do álbum “Zodiac” em 2025?
Alyson: Nesse período, investimos na produção de dois EPs e um álbum, até chegarmos a Zodiac. Investindo cada vez mais em qualidade a cada novo lançamento. Seja na produção e no material de vídeo. O primeiro foi o EP All the Evil, lançado durante a pandemia, seguido pelo processo de composição e produção do álbum Drowning Into Shadows. Nesse meio-tempo, também lançamos o EP tributo Offer to the Gods, em homenagem às trajetórias do Angra, Sepultura e Dr. Sin.
O novo álbum “Zodiac” (2025) busca conquistar novos fãs de “As The Palaces Burn”?
Alyson: O novo álbum representa o melhor resultado do trabalho coletivo da banda, reunindo nossas composições mais fortes com a produção mais refinada até aqui. Por ser um disco mais direto, com músicas mais concisas e envolventes, acreditamos que seja o trabalho mais acessível para conquistar novos apreciadores da nossa música.
Confirmação de lançamento para a próxima Sexta-Feita, dia 21/11/2025, “As the Palace Burn”. Há planejamento de tour pela região Sul e outras localidades do Brasil?
Alyson: Primeiramente, no dia 22/11 teremos um festival promovido por uma rádio da nossa região, na cidade de Criciúma, Santa Catarina para celebrar o lançamento do novo álbum. Depois disso, estamos planejando outras apresentações ao longo do próximo ano.
Trabalhando com as plataformas de streaming e redes sociais, há estratégia de marketing para conquistar novos públicos com o novo lançamento?
Alyson: Em relação à estratégia de marketing, sempre trabalhamos com uma combinação de assessoria interna e externa. Além da pré-assessoria da própria banda, contamos com uma equipe brasileira e outra internacional. Sempre apostamos fortemente no material visual, especialmente nos clipes dos singles, nos quais buscamos manter o alto padrão de qualidade que já se tornou uma marca dos nossos trabalhos.
Single “Zodiac” (2024) e Defying the Power (2025), ATPB tem boas expectativas para outas faixas inéditas do álbum?
Alyson: Defying the Power e Zodiac são uma amostra do novo álbum, que conta com nove faixas cada uma com sua própria identidade e mensagem. Todas, porém, carregam a essência da banda: orquestrações marcantes, refrões cativantes e muito peso. Destaque para a faixa United Obsoletion que será o segundo clipe a ser divulgado após o lançamento.
Há idealizações e propostas para mídias físicas (LP/CD) depois de serem lançadas nas plataformas digitais na Sexta-Feira, dia 21/11/2025?
Alyson: Já temos a mídia física disponível, pois o projeto de lançamento do novo álbum foi realizado por meio do PIC — Programa de Incentivo à Cultura de Santa Catarina. Uma das premissas do programa era a distribuição gratuita, nesse primeiro momento, de algumas cópias em formato físico e digital, em uma versão mais simples. Possivelmente vamos produzir uma nova edição em CD no formato clássico.
Reconhecimento anterior pela Roadie Crew, os fãs podem ter expectativas para novas premiações?
Alyson: O reconhecimento das mídias especializadas auxilia em parte do nosso crescimento. Destaques como portais como a Roadie Crew, são muito importantes, pois nos dão a medida exata de como nosso trabalho vem sendo recebido.
Processo criativo do lançamento “Zodiac” (2025), a banda espera novas ambições referente aos trabalhos já produzidos?
Alyson: Esperamos um feedback ainda mais positivo que o álbum anterior, apostamos em nossa sonoridade e fase atual do grupo.
Podemos esperar mais clipes do álbum “Zodiac” (2023)? De que maneira é trabalhado o canal do Youtube?
Alyson: Sim, a faixa United Obsoletion e um clipe tributo especial que será lançado em breve. No YouTube, além dos clipes, é possível encontrar os makings of das nossas produções e registros de gravação de boa parte do nosso material. Vale a pena conferir para conhecer mais de perto a nossa rotina e a vida em estúdio da ATPB.
Roadie Crew com indicação de “melhores do ano” no início da carreira, ajudou à consolidar cada finalização de EP, singles até chegar nesse novo lançamento?
Alyson: Com certeza, a exposição e os destaques conquistados funcionam como uma vitrine valiosa para qualquer banda que busca seu espaço ao sol.
Contato:
https://www.instagram.com/asthepalacesburn1/


