No dia 3 de agosto encerrou-se mais um capítulo na história do Vagos Metal Fest, com o fechar da edição mais forte de sempre do festival. Mais um marco na história de Vagos e do Metal em Portugal, cortesia de Illegal Productions. Era o quarto e último dia da edição, e a nostalgia já se apoderava das almas presentes, mas ainda havia muito por viver.
Talvez por esta hora 99% dos festivaleiros já sentiam dores no pescoço, dores nas pernas, e cordas vocais fragilizadas. Mas a alma já estava bem cheia de memórias e sonhos realizados. E por isso mesmo, ainda existia energia para o último dia de Vagos Metal Fest.
Este dia, à semelhança dos anteriores, tinha um alinhamento brutal, liderado pelos Americanos Hatebreed, acompanhados por Gorgoroth, Decapitated, Desolated, Gutalax, Worst, Okkultist, Ladon Heads (alteração do cartaz), Chontaraz, Jamart e Diesel-Humm!.

DIESEL-HUMM!- Palco Illegal
Os Diesel-Humm! estavam responsáveis por arrancar o quarto e último dia de Vagos Metal Fest e fizeram-no com maestria. A celebrar 25 anos de estrada, a jogar em casa e a regressar a este festival, deram uma verdadeira demonstração de Melodic Hard‑n‑Heavy /Hard Rock.
O que este grupo de Vagos nos apresentou, foi uma fusão hard rock poderoso com elementos de heavy metal clássico, resultando naquilo a que gosto de chamar Hard‑n‑Heavy. Com guitarras com riffs pesados, solos melódicos, e secções rítmicas marcantes, e ainda vocalizações que misturam melodia com intensidade emocional, exploramos tanto registos limpos como mais agressivos.
A guitarrista ainda surpreendeu mais quando larga a sua guitarra e pega no seu violino para interpretar temas de caráter mais atmosférico e emocional. Esta vertente da banda mostrou uma capacidade de adaptação e experimentação pouco comum no género.
Viveu-se durante esta curta atuação, uma interação genuína com o público, especialmente em casa, o que criou um ambiente de comunhão entre banda e fãs, quase como um grito coletivo contra um mundo em colapso.
Houve ainda espaço para um cover de Black Sabbath, onde a banda tocou “Paranoid” em jeito de homenagem ao príncipe das trevas.

JAMART- Palco Vagos
O segundo grupo a atuar no último dia do Vagos foi Jamart, banda Australiana que nos apresentou algo bastante diferente do comum.
Estes senhores vieram de muito longe para nos mostrar o seu estilo que mistura progressive metal, alternative metal e até um toque de groove. O resultado é, no fundo, uma combinação de melodias pesadas, paisagens sonoras dinâmicas e atmosferas envolventes.
O público absorveu este concerto e reconheceu que estivemos perante alto extremamente distinto. Uma verdadeira viagem sonora que mistura peso, melodia e espiritualidade. Faixas com estruturas não convencionais (típico do prog metal), mistura de ambientes etéreos com riffs pesados e técnicos e letras e atmosferas ligadas ao espiritual, ao introspectivo e à exploração interior. Para reforçar isto, existiu até uma pequena participação de uma dançarina que apresentou algo contemporâneo/místico. Os próprios membros usam o termo “Mystic Metal” para descrever o seu som, sugerindo uma abordagem mais emocional, espiritual e existencial à música pesada.
Neste concerto, a banda entregou essa energia espiritual ao público, com uma atuação que foi tanto intensa como imersiva. Não foi apenas um concerto, foi uma experiência atmosférica.

CHONTARAZ- Palco Illegal
A terceira banda a pisar o palco foi mais uma gigante surpresa! Chontaraz vieram da Noruega com o seu Modern Dark Metal “from Hell” e conquistaram muitos novos fãs no Vagos com esta curta atuação.
Formados em Trondheim, Noruega, combinam elementos de industrial metal com groove metal e reforçam ainda com uma forte componente visual e teatral. Com guitarras pesadas, sintetizadores, combinação de pesos rítmicos, eletrônica e ambientes épicos e ainda uma atuação cinematográfica, conquistaram o público desde os primeiros segundos.
Durante esta curta atuação, entramos num universo teatral e distópico. As camadas sonoras industriais e samples eletrônicos criaram um pano de fundo intenso e hipnótico que aliados à sua forte caracterização (com recurso a pinturas e roupas), resultou num verdadeiro espetáculo.
Uma excelente surpresa para o cartaz e uma banda que ficará no radar de quem assistiu!
Setlist: 1- RA FA EL; 2- Prayer to the Masses; 3- Rhind’Em Naak; 4- Scream; 5- The Flick of Time; 6- You’re The One To Blame; 7- Istanbul.

LADON HEADS- Palco Vagos
Ladon Heads foram confirmados na manhã do próprio dia após Stercore, banda que contava no alinhamento incialmente, sofrer um acidente. Num comunicado da banda nas redes sociais, anunciaram um pequeno acidente de carro e informaram que felizmente não existiram feridos mas seria impossível continuar a viagem até Vagos a tempo da atuação.
Embora existisse bastante público ansioso por este concerto, não estivemos nada mal entregues com os nacionais Ladon Heads que nos dão sempre um verdadeiro espetáculo de heavy metal!
Estes senhores têm tudo: têm boa imagem, o verdadeiro espírito do heavy metal old school, melodia com peso suficiente para manter um tom sombrio e épico, riffs acompanhados por baterias bem marcadas, uso de vocais limpos e expressivos, e uma estrutura musical com refrões dignos de ser berrados em uníssono e de punho serrado no ar.
Com raízes no metal clássico, mas com uma entrega moderna e cativante, este concerto foi ideal para fãs de som tradicional, mas com um pé no presente e gosto por histórias cantadas com alma e peso. Uma verdadeira e humilde demonstração de heavy metal!

OKKULTIST- Palco Illegal
O recinto encheu-se muito rapidamente na hora da atuação de Okkultist, demonstrando que era uma das bandas mais procuradas do dia.
Okkultist é uma banda portuguesa de death metal formada em Lisboa em 2016, que mistura agressividade sonora com uma presença estética marcante e um toque ocultista/ritualístico, como o próprio nome sugere. São uma das bandas emergentes mais notórias da cena extrema nacional, com uma identidade forte tanto no palco como fora dele.
O grupo liderado pela Beatriz Mariano (vocalista) demonstrou várias influências de blackened death, groove e até algum thrash, com riffs pesados e rápidos, breakdowns violentos e atmosferas sombrias.
Vocalmente, estamos perante um dos pontos fortes grupo. Beatriz entrega guturais poderosos, surpreendentes pela profundidade e técnica, quebrando estereótipos sobre as mulheres no death metal. Para além da sua capacidade vocal, ela é também uma parte muito importante da alma visual do projeto: o seu papel vai muito além da voz.
Mas a grandiosidade não se foca apenas aqui. Na bateria temos Eduardo Sinatra, frequentemente citado como um dos bateristas mais promissores do metal extremo nacional. Com a sua técnica sólida no death metal moderno (blast beats, groove, variações rítmicas intensas), e ainda uma presença energética em palco, é uma forte contribuição para a intensidade crua dos concertos.
E claro, tudo se complementa com os dois mestres nas cordas, que constroem a atmosfera desejada e ajudam a contar a história de cada faixa, com um carácter ritualístico e místico.
Para dar o pontapé final neste concerto mítico, interpretaram com maestria “Sixpounder” dos gigantes Children of Bodom, e o pessoal acompanhou a banda durante todo o tema. Okkultist, nesta atuação, provaram mais uma vez estarem no top do death metal nacional. São uma força sombria e imponente do metal português, onde brutalidade sonora e arte visual se fundem num ritual moderno de poder e identidade.
Setlist: 1- Death To Your Breed; 2- Meet Me In Hell; 3- Thy Blood, Thy Flesh, Thy Sacrifice; 4- Crimson Ectasy; 5- Sixpounder (Cover).

WORST- Palco Vagos
Worst encheu o recinto! A banda de hardcore/crossover originária de São Paulo, Brasil e formada em 2011 provou neste concerto ter uma gigante rede de fãs em portugal. Conhecidos pela sua atitude crua, energia explosiva e mensagens diretas, a banda tornou-se uma das vozes mais intensas e autênticas da cena hardcore sul-americana contemporânea e este concerto foi a prova disso!
Nesta atuação entregaram-nos uma mistura feroz de Hardcore old-school (rápido, direto, agressivo), Crossover thrash (riffs metálicos com atitude punk) e elementos de metalcore, mas sempre com base no hardcore raiz. Riffs simples e violentos, influenciados por bandas como Madball e Slayer, vocais rasgados e raivosos com letras cantadas em português (quase sempre), bateria cavalgante, breakdowns poderosos e sem espaço para floreados, tudo centrado na intensidade pura.
O vocalista, Thiago “Monstrinho” apresentou-se mega carismático, com uma presença de palco avassaladora e uma entrega agressiva e honesta. Com ele no leme, a banda deu um verdadeiro espetáculo de hardcore.
O público foi uma parte essencial da tempestade que se viveu no recinto do Vagos: intenso, aguerrido e completamente entregue à energia crua da banda. Desde os primeiros riffs, formaram-se mosh pits violentos, crowd surfings constantes e gritos em uníssono.
Existiu uma conexão visceral entre banda e plateia. Não foi apenas uma atuação, foi um ato coletivo de catarse, onde o suor, o confronto e a irmandade se fundiram num só corpo.

DESOLATED- Palco Illegal
Desolated entraram no alinhamento deste dia e no cartaz para substituir Thrown, que haviam cancelado a sua presença umas semanas antes por problemas de saúde. Em meu nome e da Cultura em peso, desejo as melhoras ao membro da banda e partilho o desejo de os ver num futuro próximo, talvez na próxima edição do Vagos.
Thrown saíram, mas Desolated entraram e arrasaram. Desolated são uma banda de hardcore oriunda de Southampton, Reino Unido, formada em meados dos anos 2000. Tornaram-se rapidamente um dos nomes mais agressivos e respeitados da cena hardcore europeia, conhecidos pela sua sonoridade devastadora e atitude impiedosa.
Esta atuação foi sinónimo de hardcore violento, sem rodeios, com uma forte componente beatdown, perfeito para mosh violento e para descarregar raiva. Por entre afinações graves, riffs arrastados e densos, vocais ásperos, grunhidos, berros carregados de fúria, e o uso proeminente de breakdowns brutais, o público fez uma verdadeira descarga de energias negativas nestes minutos.
No palco, Desolated não se preocupam com o espetáculo visual, o foco é puro confronto sonoro e presença física, com recurso a uma atitude frontal, dura, quase ameaçadora, apenas intensidade real. Tudo foi direto ao osso!
O que se viu? Circle pits violentos, crowd surfing intensos e um energia reciprocamente crua, onde a banda se alimentou da agressividade do público e vice-versa.
Uma verdadeira descarga de energias negativas e frustrações.

GORGOROTH- Palco Vagos
Já com a luz do dia a começar a desvanecer, chegou a hora da escuridão do black metal de Gorgoroth inundar o recinto.
Gorgoroth tornaram-se rapidamente sinónimo de black metal satânico, cru e anticristão, tanto pela sua música como pela postura radical desde a sua origem em 1992. Ao longo das décadas, a banda passou por várias mudanças de alinhamento e polémicas internas, mas manteve-se fiel ao seu propósito: criar black metal puro, blasfemo e sem concessões, e foi isto que foi entregue nesta atuação.
Com recurso à sua expressão clássica do black metal norueguês dos anos 90, estivemos perante minutos ricos em guitarras cruas, riffs hipnóticos, baterias rápidas, vozes demoníacas e letras centradas no satanismo, anti-cristianismo e escuridão espiritual. Perante uma postura fria e provocadora, um véu negro inundou todo o recinto e transformou o concerto num verdadeiro ritual satânico.
Gorgoroth provou mais uma vez o porquê de estar no topo do black metal. No recinto estiveram centenas de fãs leais e fervorosos dentro do underground black metal para assistir a uma atuação digna do estilo. Desde os primeiros momentos do concerto, a atmosfera foi densa e cerimonial e o público envolveu-se no ritual profano e deixou que a negritude os envolvesse na totalidade.
Foi uma verdadeira experiência ritualística e macabra.

DECAPITATED- Palco Illegal
O final do evento já se aproximava e a energia já se começava a esgotar após tanto circle pits, mosh pits, crowd surfing e headbanging… Mas os gigantes Decapitated pisam o palco e um recharge imediato de energia se apoderou de todos os fãs presentes no recinto. Foi um concerto que se torna difícil descrever por palavras.
Decapitated vieram da polónia para destruir o recinto do vagos com o seu death metal técnico. Ao longo dos anos, desde a sua formação em 1996, tornaram-se uma das bandas mais influentes do death metal europeu, combinando brutalidade com técnica refinada e groove pesado.
Apesar de acontecimentos menos bons e mudanças de formação, os Decapitated reinventaram-se com sucesso, mantendo-se relevantes, intensos e inovadores, e este concerto foi mais uma prova disso.
A mais recente mudança de formação foi a saída de Rafal Rasta (vocalista). A sua saída marcou o fim de uma era em que Decapitated consolidou a sua sonoridade moderna e voltou ao topo da cena death metal internacional. No entanto, marcou o início de uma nova era com Eemeli Bodde que mostrou estar bem à altura do desafio, comandando o palco como um shaman da violência, com uma presença intensa, movimentos marcados, olhar penetrante.
A reação do público a este concerto foi completamente explosiva. Com circle pits e headbanging constantes. Não havia forma de estar parado. Foi um concerto absolutamente estrondoso que marcou mais um dos pontos altos desta edição do Vagos Metal Fest.

HATEBREED- Palco Vagos
O relógio marcava as 23h e o ponto mais alto da noite chegou!
Hatebreed viajaram da America para dar uma boa dose de hardcore/metalcore aos festivaleiros do Vagos. Formados em 1994 em Bridgeport, Connecticut (EUA), e liderados pelo vocalista Jamey Jasta, tornaram-se uma das bandas mais influentes no movimento metalcore e hardcore, misturando a agressividade do hardcore punk com o peso e groove do metal. O resultado? Um encontro de gerações que vibra ao som dos seus hinos!
O que se viveu foi intensidade total. Jamey Jasta apresentou-se como um frontman incansável, com um domínio natural da multidão. Não foram precisos efeitos ou cenários elaborados, apenas volume, presença e entrega, com algum fogo e uma bola gigante (“ball of dead“) à mistura.
Cada faixa foi tratada como um combate coletivo, que criou uma explosão de energia entre banda e público, explosões essas umas a seguir às outras. Com Jasta sempre a motivar e a falar diretamente ao público, sentiu-se que não havia qualquer distanciamento entre nós e a banda.
O público mostrou-se ferozmente leal. Não interessa a tua idade ou as tuas origens, ou se és fãs de hardcore, thrash, metalcore, punk e até death metal. Estávamos todos ali numa só alma, a ouvir hinos que uniram gerações e de alguma forma nos representam enquanto pessoas. Com mosh pits gigantescos, crowd surfing, circle pits, e gritos de guerra como “Destroy everything!” ou “Live for this!”, marcamos a história do Vagos para sempre!
No meio de tantos hinos e união, e até emoção, houve ainda espaço para mais uma homenagem a Ozzy Osbourne. Desta vez com um cariz até mais pessoal uma vez que a banda participou no OzzFest e existia uma ligação muito próxima entre a banda e o príncipe das trevas. Neste momento, uma onda emocional inundou o recinto e todos os presentes levantaram os seus cornos no ar, para uma homenagem digna de quem nos deu a conhecer tudo aquilo que conhecemos hoje. “We love you, we miss you”.
E assim foi a atuação do último headliner do Vagos Metal Fest 2025. Não foi apenas o fim de uma atuação, foi o encerramento de um momento de libertação coletiva. Quando Jamey Jasta solta o grito final, há uma mistura de exaustão, adrenalina e gratidão no ar. O público, suado e de voz rouca, saiu de coração cheio, como se tivesse enfrentado o mundo e vencido.
Será que ainda existia energia para o último nome do Vagos 2025?
Setlist: 1- I Will Be Heard; 2- Make the Demons Obey; 3- Tear it Down; 4- To The Threshold; 5- Serve your Masters; 6- A Call for Blood; 7- Before Dishonor; 8- A Diheard as They Come; 9- Destroy Everything; 10- This is Now; 11- Driven By Suffering; 12- Proven; 13- Seven Enemies; 14– Perseverance; 15- Smash Your Enemies; 16- Last Breath; 17- Live For This; 18- Looking Down the Barrel of Today.


GUTALAX- Palco Illegal
A resposta à última questão é SIM! Domingo, 1h da manhã, para muitos o dia seguinte era de trabalho mas mesmo assim o recinto permaneceu cheio para a atuação dos Checos Gutalax.
Este concerto foi uma mistura de domínio técnico, comédia e degredo máximo. Foi tudo aquilo que o público do Vagos poderia querer para encerrar esta edição memorável!
Para quem pudesse não conhecer, Gutalax é uma banda de goregrind party oriunda da República Checa, formada em 2009. Tornaram-se conhecidos mundialmente por misturar o som extremo do goregrind com uma estética completamente absurda, divertida e… escatológica. Dentro do universo do goregrind, conseguem levar o conceito para um território completamente caricato e performativo.
Vestidos com fatos brancos que cobriam todo o corpo (mas não eram os únicos, o público também se vestiu a rigor) e com uma boa dose de adornos caricatos como papel higiênico voador, poios insufláveis e contentores do lixo, viveu-se uma verdadeira festa. Uma mistura entre um concerto de grindcore e um carnaval do absurdo.
O resultado? Diversão e entusiasmo total. Viu-se uma mistura de metalheads, punks, curiosos e fãs de grind, todos a dançar, rir e participar na festa. Sendo que estávamos perante uma hora bem avançada (já de segunda feira) com um recinto tão cheio, diria que foi uma das atuações mais esperadas, mesmo para quem não ouve grindcore regularmente.
Haveria melhor forma de encerrar o festival? Eu cá acho que não…
Setlist: 1- Assmeralda; 2- Ponozky; 3- Poopcorn; 4- Buttman; 5- Soustani; 6- Robocock; 7- Diarrhero; 8- Vaginapocalypse; 9-Fart And Furious; 10- Total Rectal; 11- Shitbusters; 12- Donald.

O último acorde ecoou como um suspiro coletivo, encerrando mais uma edição mágica do Vagos Metal Fest 2025. Entre pó, suor e aplausos, ficou gravado o peso das guitarras e o calor de uma comunidade unida pela música. Foram dias de celebração intensa, onde cada riff foi vivido como se fosse o último.
Numa edição que bateu todos os recordes, onde mais de 25.000 almas cumpriram sonhos e construíram memórias, resta apenas o vazio bonito de quem viveu algo único e a ansiedade boa de contar os dias até 2026. Que venha o próximo Vagos, porque o metal não dorme… apenas hiberna.
Até para o ano Vagos. Obrigada por tudo!
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