Uma noite épica organizada pela Prime Artists, com Rok Ali and The Addiction e Serpentyne a aquecer o palco.
O Coliseu dos Recreios prepara-se para receber, no dia 29 de janeiro de 2026, um momento histórico para os fãs do metal sinfónico: Tarja Turunen e Marko Hietala voltam a partilhar o palco em Lisboa, num reencontro que promete emoções fortes e a celebração de um legado que marcou gerações.

O reencontro de duas vozes que definiram uma era
Tarja e Marko foram, durante anos, duas das figuras mais reconhecidas da formação clássica dos Nightwish, banda finlandesa que redefiniu o metal sinfónico ao combinar orquestrações épicas, guitarras poderosas e a voz soprano inconfundível de Tarja.
Entre Oceanborn, Wishmaster e Once, construíram uma sonoridade única, onde a teatralidade operática se encontrava com letras sombrias, melodias grandiosas e a presença marcante de Marko tanto no baixo como nas vocalizações mais cruas e emocionais.

A química artística entre ambos sempre foi um dos pilares do sucesso da banda. Ver Tarja e Marko juntos novamente, agora em nome próprio, é não só um presente para os fãs mais nostálgicos, mas também uma oportunidade para descobrir as novas direções sonoras que cada um seguiu após a sua saída dos Nightwish.
Do metal sinfónico aos novos caminhos
Hoje, Tarja continua a misturar metal com influências clássicas e trilhas cinematográficas, mantendo o seu estatuto como uma das vozes mais respeitadas da música pesada europeia. Já Marko, com o seu timbre grave e emocional, explora territórios onde o folk, o hard rock e a introspeção se cruzam.
Em palco, espera-se uma fusão destas identidades: intensidade, dramatismo e aquela sensação épica que só estes dois artistas sabem criar juntos.
Abertura da noite: diversidade e energia
Antes do reencontro finlandês, o público lisboeta será recebido por duas propostas contrastantes mas igualmente cativantes:
Com uma presença explosiva e vocalizações poderosas, Rok Ali apresenta um hard rock moderno, intenso e carregado de atitude. É o arranque perfeito para aquecer o Coliseu.

Vindos do Reino Unido e liderados pela carismática Maggiebeth Sand, os Serpentyne trazem uma mistura fascinante de folk, rock e música medieval, criando ambientes misteriosos onde gaitas de fole, tambores tribais e riffs elétricos convivem em perfeita harmonia. A sua estética visual e sonora faz deles um dos nomes mais interessantes do folk rock europeu atual.

Uma noite imperdível para fãs de música épica
A produção fica a cargo da Prime Artists, que promete transformar o Coliseu num palco digno da grandiosidade destes artistas.
Entre a nostalgia Nightwish, os novos caminhos musicais e as performances únicas dos grupos de abertura, esta é uma noite que ficará gravada na memória da cena heavy portuguesa em 2026.
Lisboa será o ponto de encontro entre passado, presente e futuro do metal sinfónico. E ninguém vai querer perder.

